Basicamente karma é uma lição a ser aprendida. Quando reconhecemos nosso processo de evolução com a reencarnação, entendemos que a cada vida experienciada fazemos coisas certas e erradas, aprendemos e erramos.

Quando nos relacionamos com outras pessoas, podemos criar relacionamentos saudáveis e felizes ou relacionamentos destrutivos com brigas e desencontros.

Existem as Leis Divinas, como se fossem as regras de Deus, não são ditados pelo plano físico, não foram escritas pelo homem ou pela sociedade. São premissas, regras e princípios de boa conduta vindas diretamente de Deus, espirituais. Podemos até associar essas “regras” com os sete princípios que se baseia a Arcanjoterapia (clique aqui para conhecer).

Enquanto estamos vivendo, , cada experiência vai sendo “contabilizada” no nosso livro da vida, na nossa alma, como coisas aprendidas e coisas a aprender. E cada coisa que passamos é uma forma de aprendermos a agir da forma correta.

Por exemplo, quando precisamos aprender a ser solidários, passamos por várias situações nas nossas vidas que nos “incentivam” e nos botam a prova.

Essas situações acontecem até que você naturalmente aja de uma forma saudável e compatível com a solidariedade divina. Aquele aprendizado precisa estar dentro de você de uma forma natural, como se aquilo moldasse você.

A cada vida que temos, passamos por diversos aprendizados que nos conduzem a tornar certa questão em uma lição aprendida.

Um assunto resolvido e intrínseco em nosso ser a ponto de nunca mais agirmos da forma errada de novo. Até que a forma errada não nos pertence, não é nem cogitada pela nossa consciência.

Em conclusão, nossas diversas vivências (encarnações) servem para termos domínio sob aquele aprendizado.

Dharma e Karma

E assim como temos coisas a aprender, temos coisas que já aprendemos ao longo de todas as nossas encarnações. Podemos falar que essas coisas que já aprendemos são nossos dharmas.

Em outras palavras, os dharmas são os nossos “dons”, os aprendizados alinhados com o divino que nos ajudam a resolver ou nos aproximar da resolução de karmas “em aberto”.

Existe portanto um balanço interno de positivo e negativo, uma quantidade de coisas a aprender e uma quantidade de coisas aprendidas em cada encarnação.

Nós temos esse formato de encarnação sem lembrar do passado por dois motivos: para não lembrarmos e sentirmos dores do passado; e para termos uma oportunidade de recomeço, de uma forma saudável.

Pois, se realmente aprendermos nossas lições e transformarmos karmas em dharmas, estaremos mais perto da iluminação, mais próximos do divino.

Em todas as vidas nossos dharmas irão nos ajudar por já estarmos moldados e um pouco mais iluminados. Mais coisas a nosso favor. A reencarnação nos ajuda nesse processo de aprender coisas boas e alinhadas com o divino.

Concluímos então que karma não é vingança, karma é uma lição, é viver algumas situações que nos façam aprender e internalizar um aprendizado e nos encaminhe para a evolução do nosso ser.

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Escrito por: Equipe Arcanjoterapia

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